segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Arte Contemporânea

Estive pensando em todas as influências que a arte sofreu até hoje, em tantos movimentos misturados, tendências aperfeiçoadas, mudadas, mantidas, juntas e separadas. O fim dos aprendizados e das escolas, a unção de tudo e mais um pouco, como na Literatura.

Aí me deparei com a distorção da arte, com o subjetivo, que sempre existiu, mas quando existiam padrões traçados durante as eras: "Barroco", "Gótico", "Impressionismo", "Cubismo", etc... ou você gostava daquilo e apreciava, ou não. Mas hoje são tantos tipos e estilos que identificar O QUE É ARTE é difícil e não é algo objetivo.
Mas todo esse blablablá contexto foi pra dizer que algumas coisas objetivamente, definitivamente e como verdade ABSOLUTA não são arte. Primeiro lugar, para se ter a ARTE precisamos do ARTISTA, seja ele nato, como Mozart, seja ele um estudioso que vem a se tornar um gênio, como Da Vinci, o artista é indispensável na criação da arte. E... deixando o preconceito de lado e partindo para o conceito: jornal picado não é arte e justificar qualquer coisa em retalhos com Dadaísmo é tão década de 20, convenhamos; figuras abstratas mal pintadas, justificadas com o pensamento do suposto artista e expostas em galerias para pessoas que têm dinheiro na mesma proporção que não entendem absolutamente nada de arte... também não são arte; peças teatrais baseadas em livros que não foram feitos para serem traduzidos para linguagem teatral.. as quais no final ninguém entendeu nada, mas um idiota de boina aplaude e finge que entendeu e todos os pseudos o seguem, também não são arte.

Eu tenho uma lista infinita de tudo que não é arte, levaria dias para escrever todas. Só me entristece que as pessoas considerem certas asneiras pós-modernas 'arte' por conveniência e pseudo-intelectualidade. Não é qualquer idiota de classe média que tem dinheiro pra comprar um equipamento caro de fotografia e sai tirando fotos de muros e poças d'água que é artista.

Reflitam.

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